4-4-3 LOSANGO - URUGUAI vs. PORTUGAL

O Camisola Nove, na rúbrica 4-4-3 LOSANGO, aborda de forma cómica as exibições dos nossos jogadores frente ao Uruguai. Num jogo onde estivemos praticamente 85 minutos a jogar no meio-campo uruguaio, foi Edinson Cavani quem demonstrou como é ter 100% de eficácia. Demasiado defensiva, a seleção do Uruguai aproveitou praticamente as duas oportunidades de golo que teve para tirar Portugal do Mundial da Rússia. Termina o sonho para a nossa seleção!


Rui Patrício - tal como o super homem, o Rui Patrício tem a sua kriptonite. No caso dele não é uma pedra vinda do espaço, mas um uruguaio com aspecto de Pocahontas cruzado com um White-walker.

Raphael Guerreiro - foi um jogador constante ao longo do Mundial, jogando sempre mal. apesar de ontem quase ter jogado bem e ter assistido para o golo.

José Fonte - colocou o açaime a Suarez, mas infelizmente não tinha o número do açaime para Cavani.

Pepe - há a justiça divina e a injustiça divina. Hoje foi o dia da injustiça. Pepe lutou, cortou, marcou e, infelizmente quando falhou, o Uruguai marcou.

Ricardo Pereira - a grande vantagem relativamente a Cédric é o facto de precisar de muito menos tempo para se pentear. O grande adversário de hoje foi o relvado. Já vi peladinhas melhores no campo do Progresso do Amial.

William Carvalho - bem vindo de volta, foi bom ver-te, foi pena termos perdido.

Adrien Silva  - nasceu em França, mas ontem parecia um relógio suíço de tão certinho que estava.

João Mário - a exibição do João Mário foi uma homenagem à banca portuguesa. Na primeira parte tivemos um João Mário mau, na segunda parte um João Mário bom, à imagem do BES.

Bernardo Silva - há uns anos Bernardo Silva recebeu um pedido de amizade de um mexicano no Facebook. Não aceitou. Ontem teve a paga. Levou porrada e os adversários não levaram amarelo.

Gonçalo Guedes - uma exibição à imagem das orelhas: muito estranha, sempre para fora. Só se notava porque incomodava.

Cristiano Ronaldo - não percebi se ontem fazia mira ao golo ou ao adversário. Perdemos, mas os que levaram com os remates dele não se ficaram a rir.

Ricardo Quaresma - atendendo ao número de tatuagens que tem no corpo, Fernando Santos olha para ele como um Michael Scofield em potência, achando que ele tem sempre um plano de fuga. Tal como no Prison Break, a seleção nacional também tem um final de série.

André Silva - André Silva teve um dia bom. Não falhou nenhum golo. É certo que também não rematou.

Manuel Fernandes - só entrou por ser da mesma cor do Éder.

Fernando Santos - tenho a certeza que se Fernando Santos fosse o ponta de lança da seleção nacional, teríamos goleada. Cada bola cruzada para a área ele metia lá dentro com o seu tique nervoso. Infelizmente descobriu tarde demais que Manuel Fernandes não é Éder.

Um abraço,
C9

«4-4-3 LOSANGO» é um espaço de crónica cómica, assinado por Pedro Pedrosa!

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